terça-feira, 26 de julho de 2011

Eles precisam ser tomados constantemente para que o peso se mantenha sob controle?

3ª PARTE (Remédios para emagrecer)
Na verdade, eles devem ser usados por um período curto, o médico deve fazer avaliações mensais para determinar se o remédio continua ou não necessário, assim, não se corre o risco de chegar a uma grau de dependência.
Os medicamentos para reduzir peso devem fazer parte de um tratamento para perder peso, e não para mantê-lo baixo. Portanto, a manutenção do peso ideal deve ser feito a partir de uma alimentação saudável e de prática constante de exercícios físicos. Caso contrário, as chances de recuperar o peso novamente são enormes. É o que denominamos de efeito sanfona.
Isso quer dizer que quem emagrece com ajuda de medicamentos que agem no sistema nervoso central realmente recuperam todo a gordura perdida se não se preocupam com a alimentação e com a prática de atividades físicas após o fim do tratamento.
Assim como a alimentação, a prática de exercícios físicos deve ser controlada após a prescrição de remédios para emagrecer. Deve-se fazer avaliação física na academia, principalmente o teste de esforço, antes de iniciar a atividade física. O ideal é que se mantenha um acompanhamento das variações da freqüência cardíaca para diagnosticar quaisquer alterações.

sábado, 25 de junho de 2011

Quais são os possíveis efeitos colaterais?

2ª PARTE (remédios para emagrecer)

Mesmo que esses remédios sejam seguros se usados da maneira correta, eles podem causar uma série de efeitos colaterais, pois cada tipo de medicação contra obesidade tem efeitos colaterais específicos, que também variam de acordo como metabolismo de cada individuo.

Os anorexígenos (anfepramona, femproporex, mazindol), podem causar irritabilidade, insônia ou sono superficial, tremores, depressão ou se alternam períodos de estímulo com períodos de depressão, aumento da pressão arterial e da freqüência cardíaca, todos esses efeitos estão ligados ao sistema nervoso e cardiovascular, áreas onde os anorexígenos têm efeito.

Já os sacietógenos, que aumentam a sensação de saciedade, normalmente apresentam efeitos colaterais mais suaves que os anfetamínicos, causando insônia ou sono superficial, agitação, irritabilidade (que não é um sintoma freqüente). Mesmo assim a sibutramina, que se enquadra nesse grupo, foi proibida de ser comercializada nos Estados Unidos e na Europa por que os órgãos responsáveis alegaram que o medicamento acelera a freqüência cardíaca, provocando arritmias em quem já tem a propensão de doenças cardíacas. No Brasil, a sibutramina foi enquadrada na categoria de remédio controlado.

Os inibidores da absorção de gorduras apresentam efeitos colaterais principalmente se a ingestão de gorduras for exagerada, neste caso, a pessoa apresentará diarréia com fezes pastosas ou líquidas, podendo até eliminar gotas de gorduras depois de refeições mais pesadas. Por isso, mesmo tomando remédios para emagrecer, é preciso ter uma alimentação balanceada, saudável e sempre praticar atividade física.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Quais são os tipos de remédios para emagrecer? Como eles agem no organismo?

Existem três principais grupos de remédios para emagrecer: os anorexígenos, os sacietógenos e os inibidores de absorção de gorduras. Os medicamentos do primeiro grupo inibem o apetite, e tem em sua composição de substâncias conhecidas como anfetaminas. São exemplos deles a anfepramona, o femproporex e o manzidol.
Atualmente, os especialistas utilizam essa classe apenas quando as outras duas não obtiveram sucesso, já que ela apresenta mais riscos de efeitos colaterais.
O segundo grupo (sacietógenos) reúne os medicamentos que agem no estímulo da sensação de saciedade, ou seja, o indivíduo sente fome, mas com uma porção menor de alimentos fica satisfeito, parando de comer mais cedo. A sibutramina é a mais conhecida do grupo, e que pode ter ação secundária para o emagrecimento: o aumento do gasto energético.
O terceiro grupo é o dos inibidores da absorção de gordura, representado apenas pelo Orlistat e o Cetilistate. Não restringe o apetite, pois não atuam no cérebro ou no sistema nervoso, atuam na inibição da absorção intestinal de cerca de 30% da gordura ingerida. Com um bom controle de ingestão de gorduras, podem representar uma ajuda significativa, mas, ao comer demais, a tendência é não perder peso, porque os 30% de gorduras que deixam de ser absorvidas podem não ser uma deficiência calórica suficiente para a perda de peso.

Este artigo continua na semana que vem.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Óleos de coco e de cártamo aceleram o seu metabolismo


Enquanto o de coco é um excelente antioxidante, o de cártamo promove a saciedade
São dois produtos que estão em evidencia para o emagrecimento. Você, provavelmente, já deve ter ouvido falar no óleo de coco e no óleo de cártamo, ambos são prescritos para perda de gordura. Conhecendo o benefício de cada um, você saberá usá-los de forma adequada e obter resultados satisfatórios.
Os dois produtos contêm ômega-9, que é o ácido graxo oléico - o mesmo encontrado no azeite de oliva e no abacate - e que possui propriedade de metabolização da gordura corporal, alem do colesterol, ou seja, eles realmente fazem o metabolismo da gordura acelerar e, conseqüentemente, ajudam na queima de gordura corporal.
O fato de fazer efeito, principalmente na região abdominal, se deve também ao ômega-9, pois estudos mostram que esse ácido graxo diminui a produção de cortisol, uns dos hormônios responsáveis pela armazenagem de gordura nessa área. Para queima de gordura, tomar o óleo 30 minutos antes e 30 minutos depois do exercício, pois a gordura será mais bem metabolizada.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Alimentos que podem causar dor de cabeça

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que mais de 90% das pessoas sofrem ou sofreram de cefaleia (dor de cabeça) em algum momento da vida. E as causas podem ser inúmeras, como estresse e falta de sono. O que poucas pessoas sabem é que a alimentação também é fator determinante para desencadear essas dores.

A
cefaleia pode ser causada por alguns tipos de substância presentes em diversos alimentos e, no caso de pessoas que sofrem de crises de enxaqueca, o ideal é que esses alimentos sejam evitados ao máximo na dieta.

Mas além de cuidados com a alimentação, também deve-se evitar períodos de jejum, que também acarreta cefaleia. Veja a seguir as substâncias e os alimentos alimentos que lideram o ranking de desencadeadores da
dor de cabeça

As aminas são uma classe de compostos químicos orgânicos nitrogenados derivados da amônia (NH3)
e estão presentes em alimentos como cerveja, queijos maturados, alimentos embutidos, molho à base de soja, repolho e chocolate. Estas substâncias podem alterar o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a dor de cabeça.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Conheça os alimentos amigos da concentração e da memória.

Estudos mostram que o mineral selênio tem um forte impacto sobre o cérebro, pessoas com baixos níveis de selênio podem sofrer distúrbios na atividade dos neurotransmissores - substâncias produzidas pelo neurônio que tem como função levar informações de uma célula a outra, podendo até sofrer alterações de humor. O selênio ajuda substâncias como a serotonina, a dopamina e a acetilcolina, que são fundamentais para a transmissão de mensagens entre os neurônios e o bom funcionamento cerebral.
Boas fontes de selênios são grãos, alho, carne, frutos do mar, castanha-do-pará, nozes, avelãs e abacate

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Aprenda a diferenciar produtos light, diet e zero



A legislação brasileira obriga que os rótulos das embalagens tragam todas as informações necessárias. A obrigatoriedade, no entanto, ainda não é suficiente para esclarecer as pessoas que chegam até as prateleiras dos supermercados preocupadas com a saúde. Nem todo mundo consegue decifrar as informações impressas na embalagem dos produtos industrializados, por exemplo. Sem a devida orientação, os consumidores sofrem para selecionar aquilo que considera mais adequado ao seu perfil.

Entenda os rótulos

Diet: Tem isenção de açúcar e/ou proteína e/ou gorduras. Normalmente é indicado para portadores de doenças metabólicas como diabetes. Alimentos diet podem ter valor calórico maior que aqueles que contêm açúcar e nem sempre são úteis para perda de peso.

Light: Possui redução de calorias ou açúcares ou gorduras ou sódio ou outro nutriente em relação ao produto original. É indicado para pessoas que desejam reduzir o teor de açúcares, gorduras ou sal na alimentação. Nem todo alimento light é próprio para perda de peso. A redução calórica em certos alimentos é muito pequena.

Zero: Promete isenção de açúcar com redução de calorias ou isenção de nutrientes em relação ao produto original. De modo geral as indicações são semelhantes aos dos alimentos light. Quando o alimento é zero por isenção de açúcares também pode ser consumido por diabéticos.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Estudos mostram que os adoçantes artificiais usados em refrigerantes também trazem malefícios à saúde.

É muito importante ficar de olho no refrigerante, as doenças hepáticas causadas por bebidas não alcoólicas têm aumentado bastante em todo o mundo. Culpa do crescente consumo de xarope de milho, rico em frutose, encontrado na maioria dos refrigerantes. Esse tipo de xarope já é a principal fonte de calorias dos americanos, e está cada vez mais sendo consumido entre os brasileiros.

Não há dúvidas que o refrigerante, e todos os açúcares contidos nessa bebida ainda contribuem para o crescente número de obesos de todas as idades em todo o mundo. Não pense que o diet seja a solução. Estudos mostram que os adoçantes artificiais usados em refrigerantes também trazem malefícios à saúde.


Um exemplo desse problema foi apontado por uma pesquisa publicada na revista especializada em cardiologia Circulation, que pertence a Associação Norte-Americana do Coração. Durante esse estudo foi observado que o hábito de beber mais de um copo refrigerante por dia, mesmo que em versão diet, pode estar associado a um aumento dos fatores de risco para doenças cardiacas.

Os problemas que o refrigerante pode causar não param por ai. O ph de muitos refrigerantes é bastante baixo, o que danifica o esmalte de nossos dentes. Esse fator, combinado com os açúcares do refrigerante, podem causar cáries e outros problemas dentários.

Mais uma vez a palavra-chave é prevenção. Você só tem a ganhar se diminuir o consumo de refrigerantes.